
A saudade deixa marcas que o tempo nunca poderá apagar, nem que o mundo e as lembranças gelem. Quando o sol brilhar de novo, elas descongelarão e estarão ainda mais frescas... Não gosto do sabor da saudade, nem das suas características!
A saudade é como uma tatuagem na alma acabadinha de fazer: ficam os riscos vincados na pele e as feridas por onde a agulha passa. Nem um banho de água bem fria faz desaparecer a tinta que sai da agulha, que fere.
E a tua saída feriu. Marcaste-me a alma, no decorrer da minha e da tua vida que já não mais existe. Não há mais um “nós”, não há mais uma vida partilhada, não há mais o ouvir da tua voz… Só nos sonhos. Sonhos estes, em que apareces vestida de branco e emanas alegria. Aí sim, oiço-te chamar por mim e dizes para não ter medo. Dás-me um beijinho na testa, sinal de conforto.
E quero ter este sonho para sempre, porque sempre, mas sempre serás lembrada a cada passo que dê, a cada escolha que faça. As boas pessoas nunca morrem!
E a tua saída feriu. Marcaste-me a alma, no decorrer da minha e da tua vida que já não mais existe. Não há mais um “nós”, não há mais uma vida partilhada, não há mais o ouvir da tua voz… Só nos sonhos. Sonhos estes, em que apareces vestida de branco e emanas alegria. Aí sim, oiço-te chamar por mim e dizes para não ter medo. Dás-me um beijinho na testa, sinal de conforto.
E quero ter este sonho para sempre, porque sempre, mas sempre serás lembrada a cada passo que dê, a cada escolha que faça. As boas pessoas nunca morrem!
A tua tatuagem cobre-me o corpo e a alma.
(Parabéns a ti, minha velhinha.)
Li.
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